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Edição: Brasil
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Mercados e tendências

E-commerce: 87% dos lojistas na Europa e Brasil estão satisfeitos com momento atual

Para 2018, a previsão é ampliar investimentos em métodos de pagamento inovadores (70%), big data (65%) e diferenciadas opções de entrega (64%)

A vitrine virtual UmSóLugar aproveitou a aproximação do final do ano para levantar, junto a seus parceiros, as principais tendências para 2018, no que diz respeito às expectativas sobre o futuro do comércio eletrônico, maiores obstáculos do setor, interação com diferenciados públicos e operações internacionais. A pesquisa, intitulada E-commerce: Europa e Brasil Momento atual, tendências e oportunidades, reuniu impressões de lojistas que atuam em 13 países europeus e no Brasil.

Dentre os destaques, o estudo mostra que 87% dos entrevistados estão satisfeitos (ou moderadamente) com o atual estado geral do comércio eletrônico em seu país. A maioria deles (78%) também está otimista com seu desenvolvimento futuro. Ao menos 83% dos entrevistados pensam que o mercado e-commerce em seu país acompanha as tendências atuais e, quando se trata de inovação, a maioria afirma ter utilizado ou planejado utilizar, nos próximos três anos, métodos de pagamento inovadores (70%), presença ampliada em diferentes canais (70%), big data (65%) e novas opções de entrega (64%).

No que diz respeito aos diferenciados públicos, há uma atenção especial à Geração Y (também conhecida como Millenials) considerada um importante grupo-alvo para todos os parceiros. Dentre os principais métodos utilizados para interagir com esses consumidores, observa-se a diversificação em campanhas – 86% apostam na forte presença em mídias sociais, seguida de marketing de conteúdo (excluindo vídeo), campanhas "display" exclusivas e colaborações com influenciadores. Quando se trata de redes sociais, o Facebook ainda é rei, com 90% das lojas presentes neste canal, seguido por Instagram (76%) e Twitter (41%).

Desafios e presença internacional

Enquanto a maior parte das impressões veio dos setores de moda, calçados e têxteis (58%), seguidos por decoração e móveis (26%), também outros diferentes segmentos (como beleza, saúde e bem-estar, joias, brinquedos e esportes) estão representadas no estudo. Segundo a amostra, as principais barreiras que dificultam os negócios em boa parte dos países é a presença de poderosos competidores internacionais, juntamente com o ambiente legal e fiscal. Especificamente no Brasil, porém, 40% dos entrevistados consideram como maior impeditivo a baixa predisposição por parte do cliente para comprar online, principalmente em decorrência da preocupação com a segurança no pagamento e a falta de contato físico com o produto.

Ao todo, 72% dos entrevistados possuem operações internacionais e 50% atuam ativamente em mercados estrangeiros. Deste montante, apenas 20% dos entrevistados brasileiros afirmam atuar internacionalmente. Quando se trata de barreiras que bloqueiam a expansão para o exterior, os parceiros apontam dificuldades com a logística de entrega, forte concorrência no mercado local já estabelecido e a adaptação linguística da plataforma. Entretanto, regulamentos excessivamente restritivos e questões monetárias são considerados entraves com menor impacto.

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