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Edição: Brasil
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Indústria discute novas perspectivas em cuidados capilares

Refletindo a importância do segmento de produtos para cabelos no Brasil (o 3º maior mercado mundial de consumo), a ITEHPEC, área de inovação e tecnologia da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), realizou o 2º Workshop ITEHPEC de Cabelo no 17 de agosto de 2018.

Essa edição teve como tema “Novas Perspectivas em Hair Care” e trouxe aos participantes, profissionais de diversas empresas da indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPPC), discussões envolvendo estudos e tecnologias aplicadas aos cuidados com os fios, além de inputs para identificação de tendências. Os temas abordados contemplaram as colorações, claims, alisamentos, fragrâncias, além dos hábitos do consumidor. A iniciativa contou com a coordenação de Adelino Nakano, Diretor Regional de Inovação da Symrise e membro do Conselho Científico-Tecnológico do ITEHPEC.

A diversidade étnica encontrada no país graças à miscigenação, oferece uma rica variedade de cabelos, tornando o Brasil o lugar ideal para as pesquisas nesse segmento. E é com o olhar atento que o ITEHPEC continua trabalhando para agregar conhecimento e inspirar a indústria cosmética para que seja cada vez mais competitiva”, disse Marina Kobayashi, gerente de inovação da ABIHPEC.

A diversidade capilar brasileira foi assunto também da palestra de Nathália Ferro de Oliveira, Coordenadora de Avaliação Instrumental e Clínica da L’Oréal. De acordo com a profissional, o Brasil é o único dos 22 países estudados onde se encontram todos as 8 classificações de cabelo mapeadas no mundo, fazendo com que o país seja considerado precursor dos cabelos do futuro e desafiando os pesquisadores a entender e caracterizar o cabelo brasileiro. “É um desafio pois, além da diversidade, a rotina de cuidado capilar da mulher brasileira é extremamente extensa e sofisticada, o que traz danos mecânicos e térmicos aos fios. Para completar, o clima brasileiro identifica os índices mais altos de UV.

Refletindo a importância do mercado capilar no Brasil, a indústria mostra também uma preocupação em estar sempre inovando, visto que o consumidor está sempre em busca de novidades para deixar os fios mais bonitos e saudáveis. Um estudo apresentado pela Valéria Longo, diretora da Katléia Lab, revelou que 75% das mulheres entrevistadas considera seu cabelo pouco saudável, enquanto 21% considera saudável e apenas 4% muito saudável. A pesquisa apontou também que 96% das participantes haviam feito algum procedimento químico.

Outro assunto abordado ao longo do dia foi a coloração. A necessidade de mudança de aparência é muito antiga, assim como a tecnologia de coloração sintética, que data de 1907 e é praticamente a mesma desde então. Simone França Stefoni, Coordenadora Técnica da Coty, explicou aos presentes sobre colorações vegetais, metálicas, compostas e sintéticas, além de suas atuações nos cabelos. “O maior grupo de produtos do mercado é sintético, mas o resgate dos produtos vegetais tem recebido investimentos por parte das indústrias já que é notada uma grande tendência voltada à demanda do consumidor por opções mais naturais e suaves para o cabelo”, destaca.

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