A fabricante de aromas, fragrâncias e ingredientes cosméticos informou, na quarta-feira, 15 de abril, que registrou receita de 2,012 bilhões de euros no ano fiscal de 2025 (USD 2,273 bilhões), alta de 6,5% em termos comparáveis — a taxas de câmbio e perímetro constantes — em relação ao ano anterior.
A Mane explica seu "desempenho superior em relação à indústria de fragrâncias e aromas", apesar de um cenário global incerto, pela força de seu modelo multilocal — centrado na proximidade com o cliente por meio de uma rede de 54 centros de P&D, 31 unidades de produção e mais de 8.000 funcionários em 40 países.
“Este ano, 2025, demonstra mais uma vez a capacidade do Grupo Mane de crescer de forma sustentável, inovar e apoiar seus clientes, apesar das pressões macroeconômicas globais. Nossa independência familiar é um grande trunfo, permitindo-nos antecipar, investir e tomar decisões ousadas”, enfatizou a presidente do Grupo, Samantha Mane, em um comunicado.
Acelerando a inovação
Para o ano corrente, a líder francesa em perfumes e aromas — classificada entre as cinco maiores empresas do setor no mundo — planeja alavancar seus relacionamentos próximos com os clientes, ao mesmo tempo em que continua investindo em inovação.
No início do ano, a Mane anunciou a aquisição da empresa belga de biotecnologia Chemosensoryx Biosciences, especializada na exploração dos mecanismos moleculares da percepção quimiossensorial mediada por receptores olfativos, gustativos e trigeminais. O grupo também firmou uma parceria estratégica com a startup americana Arzeda, pioneira em biologia computacional, para desenvolver adoçantes de última geração para a indústria alimentícia.
O grupo também afirmou que está intensificando seus investimentos em tecnologia digital, com foco especial em inteligência artificial, digitalização e otimização de seus processos operacionais.
Primeira empresa de aromas e fragrâncias a aderir ao Pacto Global da ONU, em 2003, a Mane segue reduzindo o impacto ambiental de suas operações com a implementação de uma nova estratégia ambiental de 10 anos “com um objetivo regenerativo”.















