Os distúrbios de pigmentação vão além dos sinais visíveis do envelhecimento. Eles também refletem um processo biológico menos perceptível: o acúmulo de estresse oxidativo nas células da pele, considerado um dos principais fatores do envelhecimento cutâneo. Esse mecanismo é universal e afeta todos os tipos de pele, independentemente do tom ou fototipo.

Para atuar nesse processo, o novo ingrediente ativo da Codif tem como alvo a lipofuscina, um pigmento pró-oxidante intimamente ligado ao envelhecimento celular.

Com o avanço da idade, a autofagia — mecanismo natural de reciclagem celular — torna-se menos eficiente. Como consequência, estruturas e moléculas danificadas deixam de ser completamente eliminadas, favorecendo o acúmulo de lipofuscina. Por sua natureza pró-oxidante, esse pigmento contribui para o desequilíbrio celular ao gerar espécies reativas de oxigênio (ROS), perpetuando o estresse oxidativo local. “Essas ROS também ativam a melanogênese, estimulando a produção de melanina e favorecendo o surgimento de manchas visíveis. Com o tempo, lipofuscina e melanina se agregam, formando depósitos pigmentares cada vez mais difíceis de degradar”, explica a Codif.

O Lactopalm Para interrompe esse ciclo vicioso por meio de uma dupla ação: reduz a formação de lipofuscina em sua origem (-32%) e limita tanto seu acúmulo quanto sua atividade pró-oxidante nas etapas subsequentes (-62%).

Hoje, o cuidado com a pele vai além da simples correção dos sinais visíveis do envelhecimento. O conceito de longevidade cutânea passou a integrar naturalmente a abordagem cosmética, com foco no suporte contínuo aos mecanismos biológicos da pele para preservar seu equilíbrio e retardar os processos de envelhecimento”, destaca a Codif.

Testado em 30 tons de pele diferentes

A eficácia do Lactopalm Para, na concentração de 1%, foi comprovada em um estudo in vivo realizado com 105 mulheres de mais de 30 tons de pele distintos.

Os resultados mostraram benefícios visíveis já após 14 dias de uso: redução de 14% nas manchas escuras, melhora de 29% na suavidade da pele e aumento de 52% na luminosidade da tez.

Em avaliações de longo prazo, a Codif observou uma melhora significativa na uniformidade do tom da pele e uma redução expressiva no número de manchas escuras em comparação com o placebo.

Ao final do estudo, 81% das participantes relataram que a pele apresentava aparência visivelmente mais jovem.

Testes in vitro também demonstraram que o Lactopalm Para reduz a oxidação de proteínas e estimula a autofagia, favorecendo a eliminação de componentes celulares danificados. Dessa forma, o ativo ajuda a prevenir o acúmulo de lipofuscina, um dos marcadores do envelhecimento celular. Além disso, regula a expressão de genes envolvidos na melanogênese e reduz o acúmulo de melanina, contribuindo para uma pigmentação mais uniforme.

Algas vermelhas

O Lactopalm Para é obtido a partir da Palmaria palmata, uma alga vermelha da classe Florideophyceae, por meio de um processo de lactofermentação com Lactobacillus plantarum, bactéria isolada de uma das plantas emblemáticas da Codif.

Segundo a empresa, a fermentação permite liberar o florosídeo, principal molécula ativa do ingrediente, além de gerar vitaminas, metabólitos fermentativos e ácido lático. Em conjunto, esses compostos potencializam a ação do florosídeo na modulação do estresse oxidativo.