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Edição: Brasil
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Embalagem e design

Albéa se veste de verde

Signatária, ao lado de muitas outras marcas, do Compromisso Global por uma Nova Economia do Plástico, promovido pela Fundação Ellen MacArthur, a Albéa, fabricante de embalagens primárias para o mercado de beleza, comprometeu-se a criar uma economia circular para o plástico. Em busca desse objetivo, a empresa vem agindo em diversas frentes: utilização de plásticos reciclados e bioplásticos, redução da quantidade de embalagens, reúso de materiais e maior reciclabilidade.

As válvulas em PCR estão disponíveis em quatro cores: cinza claro, cinza, (...)

As válvulas em PCR estão disponíveis em quatro cores: cinza claro, cinza, preto e verde.

A Albéa comprometeu-se a fazer com que todas as suas embalagens de plástico sejam utilizáveis ou recicláveis até 2025. O ambicioso objetivo da empresa é chegar a 2025 utilizando 10% de plásticos reciclados em suas embalagens.

Tubos e válvulas espumadoras em PCR

A empresa já produz anualmente 33 milhões de tubos à base de polietileno PCR (reciclagem pós-consumo), um tipo de plástico fabricado a partir de embalagens descartáveis (frascos de leite ou de bebida) utilizadas por consumidores e encaminhadas, por coleta seletiva, para tratamento pela indústria de reciclagem.

Segundo a Albéa, o uso de PCR reduz a pegada de carbono em 16% (tendo como base de comparação um tubo de plástico tradicional de Ø50 mm e 200 ml, com tampa Cebal 500 μm). Para cada milhão de tubos PCR produzidos, 16 toneladas de CO2 deixam de poluir a atmosfera. Os tubos PCR são inteiramente recicláveis e compatíveis com a cadeia de reciclagem tradicional (já operacional na Alemanha, na Suécia, na Itália, na Espanha e em Portugal, e em fase de desenvolvimento na França, na Holanda e no Reino Unido).

Além dos tubos, a Albéa começou a utilizar plástico PCR também para a fabricação de válvulas espumadoras. "A produção de válvulas inteiramente à base de polipropileno PCR (tampa, gargalo e acionador) diminui a pegada de carbono em 47%", afirma a empresa.

Tubos e frascos espumadores em bioplástico (PE) 

Desde 2010, a Albéa oferece embalagens em bioplástico produzido à base de cana-de-açúcar brasileira. Ao longo de seu ciclo de vida, a cana precisa absorver CO2 para se desenvolver. A quantidade de cana usada para produzir um quilo de polietileno equivale à absorção de 3 kg de CO2.

Segundo a Albéa, os tubos em bioplástico polietileno produzidos em suas fábricas apresentam pegada de carbono 76% inferior à de tubos de plástico convencionais. No caso de frascos espumadores fabricados inteiramente em bioplástico polietileno, a redução na pegada de carbono é de 47%.

Menor volume de materiais de embalagem

No âmbito de sua política de redução de materiais para embalagem, a Albéa produz bisnagas com tecnologia THIN-WALL e tampa SLIM Cap, oferecendo assim uma das embalagens em polietileno mais leves do mercado. Como a espessura das paredes do tubo é reduzida em 30% (de 500 μm a 350 μm), o peso é 33% menor que o peso de um tubo tradicional.

Reúso

Sabe-se que a reutilização de embalagens é uma forma extremamente eficaz para reduzir o impacto ambiental das embalagens. Pensando nisso, no salão Luxe Pack Monaco a Albéa apresentou a válvula para perfumes Spiral: graças a seu encaixe rosqueado, o frasco, além de recarregável, é reciclável.

Maior reciclabilidade

No quesito reciclabilidade, a Albéa oferece a EZ’R, válvula espumadora inteiramente realizada em plástico e mais leve que as válvulas convencionais, o que diminui o peso total da embalagem e a quantidade de água necessária ao uso do conteúdo. A empresa desenvolveu também a My Style Bag e a My Little Case, duas paletas que utilizam menos material plástico. Fabricadas em uma peça única para facilitar a reciclagem, elas geram economia de aproximadamente 30% de plástico em relação às paletas tradicionais.

V.G.
(Tradução: Maria Marques)

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