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Edição: Brasil
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Empresas e indústria

L’Occitane au Brésil completa um ano e planeja exportações

Há cerca de um ano, a L’Occitane en Provence escolheu o Brasil para uma estratégia até então inédita nos quase 40 anos de história da marca: lançar a primeira linha de produtos fabricados fora da França.

Desenvolvidos a partir de ingredientes típicos de diferentes biomas brasileiros e nunca antes usados na fabricação de cosméticos, os produtos da “marca brasileira com alma francesa” viraram febre no país e passarão a ser exportados para a Europa, EUA, América Latina e Canadá ainda no primeiro semestre do ano. “Neste primeiro aniversário, comemoramos o sucesso da marca em cerca de 30 pontos de venda, incluindo lojas próprias e franquias nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Sergipe e Goiás”, afirma Marialice Rocha, Gerente de Comunicação Corporativa da L’Occitane no Brasil.

L'Occitane au Brésil kiosk - Shopping Eldorado - Sao Paulo

L’Occitane au Brésil kiosk - Shopping Eldorado - Sao Paulo

Com produtos comercializados por um valor cerca de 30% inferior aos importados (que vai de R$11 a R$80 por item), a marca vem se consolidando entre as classes A e B e passa a conquistar também consumidores na classe C, competindo com gigantes como Natura e O Boticário. Embora a empresa ainda não tenha divulgado detalhes da estratégia de internacionalização, os produtos das linhas Vitória-Régia e Jenipapo chegarão à Europa a preços semelhantes aos da L’Occitane en Provence.

Segundo Benjamin Beaufils, Gerente Geral da L’Occitane no Brasil, a marca foi lançada após dois anos de pesquisa e desenvolvimento com uma equipe de profissionais do Brasil e do exterior. Os ingredientes usados na fabricação dos produtos são cultivados de maneira sustentável por comunidades regionais, contribuindo para a conservação dos recursos naturais e o bem-estar social e econômico das famílias envolvidas. Cinco ingredientes da flora brasileira já deram origem às linhas de produtos da marca: Jenipapo, Mandacaru, Bromélia, Vitória-Régia e Araucária.

Ilustradas por artistas locais em parceria com o diretor artístico da L’Occitane, Olivier Baussan, a identidade visual de cada uma das linhas destaca técnicas inusitadas e aspectos que valorizam a natureza e a cultura do Brasil”, completa Marialice. Conhecidos como “minimercados”, os quiosques da marca foram inspirados nos mercados municipais e feiras livres do Brasil, que representam a riqueza dos sabores e aromas do país.

Trilhando um caminho diferente das principais concorrentes, que seguem investindo no canal de vendas diretas, a L’Occitane aposta no varejo e acaba de reinaugurar sua loja no Shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo, com uma releitura da Provence sob o olhar criativo de artistas brasileiros do Coletivo MUDA. A nova flagship dobrou de tamanho, contando agora com um amplo espaço de 105m2.

Segundo o último balanço divulgado pela L’Occitane, as vendas no país registraram um crescimento de 7% no ano fiscal de 2013. O Brasil contribuiu com cerca de 3% do crescimento mundial, com uma participação de 4% (aproximadamente €42 milhões) nas vendas globais da empresa, o que reforça o potencial de expansão da marca no terceiro maior mercado consumidor de cosméticos do mundo.

Fernanda Bonifacio

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