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Edição: Brasil
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Embalagem e design

Orçada em US$ 125 milhões, nova fábrica de papelão ondulado da WestRock aumentará em 25% sua capacidade no Brasil

País representa 3% do faturamento global da empresa, sendo a operação de maior rentabilidade da companhia em todo o mundo.

A WestRock completou 75 anos de atividades no Brasil no ano passado, anunciando investimentos que não só asseguram sua continuidade no país, como ampliam a sua capacidade produtiva. Uma das líderes globais em soluções em papel e embalagens, com mais de 300 unidades no mundo, a multinacional norte-americana empregará US$ 125 milhões para construir na cidade de Porto Feliz, interior São Paulo, a sua maior fábrica de papelão ondulado.

Cynthia Wolgien, gerente de comunicacao corporativa da WestRock (...)

Cynthia Wolgien, gerente de comunicacao corporativa da WestRock Brasil

O projeto da nova planta vinha sendo desenvolvido desde 2012, quando a empresa investiu US$ 480 milhões para dar início à produção de papel kraft de alta performance (HyPerform) na unidade de Três Barras, no estado de Santa Catarina. A crise econômica no país adiou temporariamente os planos da diretoria, mas trabalhando muito próxima à capacidade limite, a expansão era apenas uma questão de tempo.

A atual fábrica de papelão ondulado da WestRock Brasil foi inaugurada nos anos 1940, em Valinhos, que fica a 80 km de Porto Feliz. Além de apresentar uma estrutura física antiga e não passar por uma renovação tecnológica expressiva há mais de 15 anos, a matriz foi instalada na região central da cidade, o que inviabiliza o seu crescimento. Ela deve ser desativada no segundo trimestre de 2019, quando a empresa iniciar as atividades de sua megaplanta.

Nos últimos anos, analisamos terrenos em Valinhos para a construção da nova fábrica, mas as buscas foram infrutíferas em razão do layout específico e do tamanho necessário para a operação. A cerca de 1h30 da capital paulista e dispondo de uma excelente malha logística, Porto Feliz está estrategicamente localizada para atender aos segmentos da indústria de São Paulo e aos mercados em franco desenvolvimento nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do país”, afirma Cynthia Wolgien, gerente de comunicação corporativa da WestRock.

Segundo a WestRock, a unidade ocupará uma área de 240 mil m² e contará com equipamentos de última geração, incluindo novas impressoras e onduladeira, o que a possibilitará processar 400 milhões de m² de papelão ondulado por ano, um aumento de 25% de sua capacidade no país. “Trata-se, seguramente, da maior e mais produtiva fábrica de conversão da América Latina. Além de maior capacidade de produção, o projeto de Porto Feliz proporcionará grande vantagem de diferenciação de portfólio e uma proposta de valor incomparável aos nossos clientes”, afirma Wolgien.

O Brasil representa atualmente cerca de 3% do faturamento global da WestRock. No ano fiscal de 2017, encerrado no mês de setembro, o total de vendas líquidas foi de US$ 14,8 bilhões. A operação brasileira, que registrou receita de R$ 1,4 bilhão no período, é a de maior rentabilidade da companhia em todo o mundo, e ocupa a segunda posição em fornecimento de embalagens de papelão no país, com uma fatia de 8% do mercado, atrás apenas da líder Klabin.

De acordo com dados da empresa, a indústria de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos corresponde hoje a 10% da produção de embalagens da WestRock no Brasil. No início do ano passado, a multinacional vendeu para a norte-americana Silgan a sua antiga divisão de saúde e beleza, que fabricava válvulas, sprays e pulverizadores para diversos tipos de produtos do segmento. A transação movimentou US$ 1 bilhão e envolveu a aquisição 13 unidades industriais. “A decisão de venda do negócio foi baseada na meta da WestRock de ser o principal parceiro e fornecedor único de soluções vencedoras em embalagens de papel e papelão para os seus clientes”, declara a gerente de comunicação da empresa.

Renata Martins

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